segunda-feira, 2 de julho de 2018

Marcelo Motta adota silêncio estratégico diante das incertezas


O vice-prefeito de Limoeiro, Marcelo Motta (PSB), viveu momentos de ascensão política. De simples secretário municipal, o agrônomo viu seu nome ser um dos mais elogiados no meio da política partidária - fruto do bom tratamento com as pessoas, articulação popular e simplicidade. A vida dele girou 360 graus, o que lhe rendeu uma candidatura vitoriosa como vice-prefeito. Foi muito comum ouvir no pós-campanha que a vitória da oposição devia muito a chegada de Marcelo. Bem quisto em todos os meios, ele começou a gestão como secretário de Agricultura, pasta que comandou com sucesso na gestão anterior.

Com o passar dos meses da nova gestão, o trabalho do vice-prefeito não apareceu tão acentuado como antes. Inúmeros motivos podem ter contribuído, porém, vindo dele, nenhum tem sido externado. Marcelo busca ser o “velho parceiro”, mesmo, em alguns momentos, não sendo lembrado como deveria. Diante de tudo isso, ele tem adotado o silêncio. Seria estratégia? Estilo? Opção? Ou ele seria adepto de que a melhor resposta é o silêncio? Bom, só Motta pode explicar. Apesar de que tudo isso tem o lado positivo: todas as repercussões negativas da gestão municipal não respingam nele. Em todas, tem saído ileso. Em nossa análise, a apoio declarado ao deputado Nilton Mota (PSB) pode sinalizar o início de uma independência política. 

Sua saída da secretaria de Agricultura, mesmo indicando o irmão para o cargo, deixou inúmeras possibilidades no ar. Por onde andamos, temos ouvido falar que ele tem peso político para ser uma possível “bola da vez” em 2020. Para isso, teria que largar o projeto de 2016 e bater pernas para formar um novo time. Para tal, vejo que não teria dificuldade. Bater os quatro cantos de Limoeiro sempre fez parte do trabalho dele. O nome Marcelo Motta já começou a ser cogitado e ainda mais cobiçado. Todavia, mesmo diante do atual cenário, ele continua fazendo o papel de “boa praça”. O vice faz o feijão com arroz, mas sabedor de que tem pernas e saldo político para incrementar essa refeição com filé e purê. (Imagem | Reprodução Rede Social)

BLOG DO AGRESTE




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